Vários estudos confirmam que, tanto a mitologia como as práticas religiosas do candomblé, e tradições mais ou menos equivalentes em outros países, como Cuba e Haiti, permitem um espaço menos discriminador a pessoas de sexualidade minoritária, em comparação com a realidade bem mais desafiadora na maior parte dos outros setores da sociedade.

No Brasil registra-se a utilização de terminologia do idioma iorubá, em um falar popularmente conhecido como pajubá ou bajubá, praticado sobretudo entre certos segmentos da população não heterossexual, sobretudo entre os gays das classes mais humildes. O vocabulário nagô passa a ser utilizado de forma universal como um código de comunicação de resistência em situações de conflito social.

Seguem-se alguns dos termos mais utilizados como referência em publicações e websites tratando desse falar minoritário peculiar:

  • Adé = gay;
  • Alibã = policial;
  • Amapô = mulher;
  • Aqüé = dinheiro;
  • Aqüendar = tomar a si;
  • Bereré = lixo, resto (pode referir-se a uma pessoa, ou a um objeto);
  • Carupé = peruca;
  • Cossibaré = burro;
  • Dadá = orixá coroado;
  • Laruê = fofoca;
  • Lorogum = briga;
  • Ocó = homem;
  • Ocâni = pênis;
  • Omivará = esperma;
  • Otchin = bebida alcoólica;
  • Pajobá = escandalizada,
  • boquiaberta;
  • Picumã = cabelo;
  • Xepó = cafona.

Mercado

Algumas companhias de publicidade classificam um sub-grupo dos gays como um público consumidor qualificado e de alto poder aquisitivo. As principais empresas de marketing já estão sintonizadas com esta nova tendência e já direcionam campanhas exclusivamente para este público. Desde 2001 já há um banco específico para este mercado em São Francisco.

No entanto, equalizar este sub-grupo com todas as pessoas com orientação sexual homossexual deixa de fora todos aqueles que têm empregos com menores remunerações e outras preocupações na vida não compatíveis com o suposto "estilo de vida gay".

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gay

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